Veluxe Brow Liner MAC Deep Brunette – Lápis de Sobrancelha -Resenha

A marca de maquiagem MAC sempre foi minha queridinha. Comprando no exterior o preço é bem bacana. Além do preço mais alto no Brasil o problema também era o atendimento. Normalmente maquiadores/maquiadoras muito arrogantes e sem paciência. Felizmente há algum tempo isso melhorou e muito.

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Escolhi a cor Deep Brunette para não “pesar” a fisionomia. Se for escuro demais o contraste com meu tom cerinha fica muito forte. Gentchi… Que lápis é esse Braseeel? Basta encostar na pele que já transfere a cor. Super, ultra, master macio. Nunca usei lápis parecido. Dura o dia todo e para tirar basta água e Shampoo Jonhson ou lencinho umedecido. Pausa para o momento comédia… Tradução de “deep brunette” na página brasileira: “marrom pretejado apagado”. Então tá, né? A tonalidade permite uma graduação. Dá para escurecer somente um tom passando mais camadas. Não espere que fique preto. Não ficará… Na foto abaixo: traço acima três camadas. Traço abaixo uma camada. Para arrumar os pelos o pincel é muito útil. Arruma tudinho e não “arranha” a pele. Comprei um nacional horrível, que machuca só de olhar para ele. Kkk

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Tudo seguindo com o tratamento da infecção da parótida. Mas tive que procurar um médico para trocar a medicação. Sábado começou um formigamento na maçã do rosto e ontem fui ao hospital. Então agora serão 10 dias de novos antibióticos. Agora estou mais tranquila pois é a mesma medicação usada na primeira vez.

Chaleira Elétrica Simmy Azul Cadence

Encontrei o par perfeito para os meus chás, uma chaleira elétrica. A marca diz que é azul… Vejo e chamo de verde-água. É bem mais prático do que aquecer a água no fogão. Prefiro a jarra de vidro refratário mas a minha quebrou e está difícil encontrar outra. Já explico porquê prefiro a jarra de vidro.

Estou amando a praticidade de poder levar à mesa a chaleira. Na foto ela está sem a base. O uso é bem simples. Basta ligar na tomada, encher com a quantidade que quiser de água – respeitando o limite máximo, encaixar na base, ligar o interruptor – fica na alça da chaleira  – e quando ferver ela desliga sozinha. A luz azul no fundo da chaleira acende quando está ligada, após apertar o interruptor, e apaga quando ferve a água. Mais prático impossível.

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Um bom chá tem lá seus truques. Assim como o café, tem que ser feito com a água antes de ferver. Se estiver fervendo ela “cozinha” as folhas ou o pó de café. O ponto ideal é quando começam a aparecer as bolhas na água. E na jarra de vidro é muito fácil acertar o ponto, já que dá para ver. Ainda estou tentando acertar com a chaleira elétrica. A parte que mede a quantidade de água é transparente, mas muito fina. Atrapalha um pouco.

Outro truque que sempre faço, mas esse é para não trincar o fundo das canecas de porcelana. Nunca mais estraguei nenhuma caneca. Coloco um pouquinho de água em temperatura ambiente antes de jogar a água quente. Também é uma forma de não “cozinhar” as folhas do chá com a chaleira. Quando “perco o ponto” e ela ferve a água aumento a quantidade antes de jogar a água fervendo para esfriar a temperatura. 

O Esmalte Sempre voltará na segunda-feira. Estou um pouco triste e preocupada porque estou novamente com infecção na parótida, glândula que fica nas laterais do rosto e pescoço. Quem não acompanhava o blog em 2013 aqui tem o post onde conto tudo. Felizmente dessa vez percebi bem no começo. O inchaço tá bem pequeno assim como a dor. Ontem fui ao dentista e lá mesmo já consegui ser medicada. Estou tomando antibiótico e anti-inflamatório. Dessa vez foi no lado esquerdo do rosto, oposto ao lado da primeira vez. Ruim mesmo é não poder dormir desse lado. Mas acho que domingo já deve ter desinchado e vou poder dormir direito. Bom findi e até segunda Gentchi!

Creme para os Pés Bacuri L’Occitane au Brésil–Resenha

Na rotina diária costumo usar nos pés hidratantes que estão perto de vencer ou aqueles que não curti o cheiro. Mas de vez em quando compro cremes específicos para eles. O frio tem me castigado. Deixei de hidratar por dois dias os pés e ganhei uma coceira horrorosa no “peito dos pés”. Então para conter a rebeldia deles, com razão, já que estava usando somente “rejeitados”, comprei o creme Bacuri. Pausa… Não consigo conter o riso e pensar na maneira como a palavra bacuri é usada no dia a dia: forma  regional de se referir às crianças. Juro que não sabia que existe uma fruta com esse nome.

Foco na resenha… A bisnaga da foto contém 50ml. Achei prática para carregar na bolsa, embora não imagine ninguém no meio do escritório hidratando os pés. O perfume no início lembra o do Creme Nivea tradicional. Depois de uns 15 minutos se mistura com um cheiro de “mato”. Mas não chegou a incomodar pois não curto cheiro de “capim”. Gentchi… Calma… Passei no dorso da mão para avaliar a fragrância. Já estavam aê pensando que tava cafungando os pés? Kkk

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A hidratação não é “peguenta” e o creme espalha com facilidade, mesmo sendo encorpado. A hidratação se mantém por 8 horas, conforme descrito na embalagem. Usei nos três primeiros dias de manhã e à noite. Depois somente à noite. A fórmula contém glycerin, shea butter, grape seed oil, tapioca starch e mais alguns ingredientes. Os componentes estão em inglês. Acho que deveriam estar em português, não? Enfim… Mesmo precisando de tradução para saber o que estou usando gostei do resultado.

*Na embalagem, sob a marca d’água do blog, tem a sequencia 1, 2, 3 e 4. O três está em destaque e atrás da embalagem está explicado que todas as  fórmulas com esse número são enriquecidas com manteiga de Bacuri.

 

Mini Hidratantes de Mão O Boticário

Sábado fui comprar um presente no shopping. Ao entrar na loja de O Boticário encontrei o lançamento de um kit para ter sempre por perto o álcool gel ou o hidratante para mãos. São capinhas de silicone com uma alça para prender onde quiser e mini hidratante para mãos e álcool gel para “encaixar” na capinha. A embalagem tem somente 25 ml, metade da embalagem tradicional. A proposta é fazer a combinação que quiser entre capinhas e refis. A partir daqui, lá vem mimimi…

Todas as vendedoras estavam fofocando em um balcão e ninguém veio atender. Quando cheguei perto e peguei para ver uma capinha alguém “fez o favor” de vir atender. Elogiei a ideia e escolhi a capinha Nuvem e o Hidratante Nuvem. Ela respondeu que só tinha o kit Nuvem. Oi? Se escolhi a capinha e o hidratante Nuvem isso não é um kit? Saiu apressada para o estoque. Continuei olhando e vi no anúncio que estava ao lado dos produtos uma capinha lilás – capinha Rosa e Algodão. Não tinha dela na prateleira. Como tenho a Loção Hidratante Corporal Caramelito e gosto do cheiro decidi comprar esse mini hidratante também. Ela voltou com a capinha em uma embalagem e o hidratante solto. Péra… Mas ela não foi buscar um kit? Deveriam estar na mesma embalagem, né? Falei que iria levar também o Caramelito e ela disse que a capinha dele, a roxa, tinha esgotado. Agradeci   e enquanto ela fazia a nota de compra perguntei se tinha amostra do Elysée Nuit. Ela apontou por sobre o ombro com a caneta e disse que quem tinha amostra era a caixa. Acho que por se achar tão importante ela não poderia pegar nem pedir, né? Ela voltou para o balcão da fofoca. Quando encostei no balcão do caixa vi uma capinha roxa – Uhuuu!!! – peguei e disse para a caixa que iria levar com um hidratante Caramelito. A caixa era o oposto, bem simpática. Comentei que tinha sido sorte ter a capinha ali já que a vendedora disse que não tinha. Prontamente ela “voou” por sobre o meu ombro e disse que não… Que tinha dito que o kit Caramelito é que estava esgotado. Já sem paciência nem respondi. Mas pensei: “O kit não é o que estou levando? Capa roxa e Caramelito?” Perguntei sobre a amostra e a caixa prontamente me entregou. Hoje estive em outra loja, onde já conheço as vendedoras, e entendi que a capinha do Caramelito é de glitter dourado e não roxa como ela havia dito. E na prateleira da loja do shopping tinha a capinha de glitter dourado. Enfim… Uma desinformada sortuda por estar empregada em tempos de crise. Trouxe as capinhas e hidratantes que gostei. E a cada dia me convenço que comprar pela web ainda é muito melhor do que ter que lidar com vendedoras estúpidas. #prontofalei

Segunda parte do mimimi… Uma fo-fu-ra esses kits para levar para todo canto. Mas totalmente desproporcional o preço. Embalagem de 50ml: R$22,90. Mini embalagem de 25 ml: R$15,90. Acho que se fosse equivalente seria R$11,45 a de 25 ml, já que tem a metade da outra. Talvez seja o tipo de embalagem que aumentou o preço. #oremos

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Foco no post… A capinha tem uma abertura por onde se vê o refil. E na parte oposta fica o desenho em relevo. O refil encaixa pela parte de baixo da capinha. Fofurice grau 10. Lá vou eu juntar tralha… Pensando em “abastecer” o refil com outros hidratantes assim que acabar. Ou nem vou juntar, né? Estarei na verdade reciclando o refil. Vou garantir mais dois agora que estão na promoção de lançamento, R$12,90. As capinhas também estão na promoção, R$11,90. Quem quiser ver os outros modelos de capinhas tem lá no site de O Boticário.

Até quinta Gentchi!

 

O que é Perfume “Bomba”? – Sexta Perfumada #58

Todo grupo tem lá suas palavras para definir o universo onde está inserido. E no “meio perfumístico” o termo “perfume bomba” aparece com certa frequência. No meu entender  na maioria das vezes é um termo preconceituoso, que define perfumes fortes da década de 80. Seriam perfumes fortes demais e que incomodam todos ao redor.

Para entender a alta projeção e silagem dos perfumes dos anos 1980 é preciso saber que foi uma década de exageros na moda e maquiagem. Muita cor e volume além de tudo junto e misturado. E muitos perfumes são comercializados ainda hoje a partir de marcas ligadas à moda: Dior, Givenchy, Yves Saint Laurent… Logo perfumes dessa década também eram exagerados na projeção e silagem para acompanhar a vibe da moda. Mas não só isso influenciou a criação de “perfumes bomba”. Pensando sobre os hábitos da época “entendi” o porquê de serem tão fortes. Não era proibido fumar nos locais fechados logo para se destacar no meio do cheiro de cigarro um perfume precisaria ser “forte”.

As matérias-primas dos perfumes eram em sua maioria uma combinação de elementos naturais e alguns sintéticos. Isso contribuia para a alta fixação e projeção. Por isso sou apaixonada por perfumes “bomba”. Sinto muito mas discordo que sejam “perfume de velha” – outra definição preconceitusa, como se envelhecer não fosse um processo inevitável, mas sim uma coisa da qual as pessoas deveriam se envergonhar. Também discordo que sejam perfumes “bregas”. O segredo está em saber usar.

Recebo elogios quando uso perfumes bomba. Mas tenho meus segredinhos para o sucesso: sempre em dias frios ou ambiente refrigerado. E nunca mais do que duas borrifadas atrás das orelhas. Pronto… Ninguém morre sufocado ao redor. Se não estiver tão frio uma borrifada na nuca. Perfume bomba não é para ser usado sob sol escaldante. Aí está o primeiro erro. E o segundo é “sentar o dedo no borrifador”. “Menos é mais” cabe perfeitamente com o uso de perfumes. Não seria exclusividade dos perfumes bomba. Qualquer perfume usado com moderação fica elegante. #ficadica

Perfume do dia: Amarige Givenchy, um dos meus perfumes bomba favorito. ❤ Apesar de ser dos anos 1990 ele é um perfume que é comercializado até hoje e tem alta projeção e fixação. A tendência dos anos 1980 continuou pelos anos 1990. Esse está no fim, mas tenho outro que comprei faz pouco tempo. Apesar da cor escurecida do líquido o cheiro está inalterado.

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